segunda-feira, 24 de novembro de 2008

SENTIMENTAL

“O quanto eu te falei que isso vai mudar, motivo eu nunca dei...”


Há tantas coisas na vida

Coisas essas, que tanto queremos

A felicidade é uma, tão desejada

Tão perdida, tão desprezada

Pensamos e não agimos

Queremos e não queremos

Queremos ser e não somos

Nem ao menos olhamos para o lado

Lado esse que nos mostra a realidade

Realidade essa que nos assusta

Susto que nem é capaz de despertarmos

E assim agir

Pensamos nos problemas como barreiras

E nunca como deveria ser pensado: aprendizado

Sofrer é fácil, chorar é fácil

Lutar é difícil, encarar os problemas também

E nessa hora que são separados os fracos dos fortes

E aquela realidade lá atrás que nos assusta

É o principal instrumento para se decidir

Quer ser feliz?

Olhe para o lado

Terás a sua resposta...


“...por onde andar? ... eu começo por onde a estrada vai...”

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O Som do Silêncio

Pare! Ouça o silêncio.

Silêncio este que tenta a todo momento lhe dizer algumas coisas.

Mas o som o cala, sua voz o cala, sua respiração o cala.

O silêncio diz o quê? Sentimentos, pensamentos, dúvidas ?

O silêncio pode ser o nada, mas o nada é relativo. O nada pode ser “tudo” ou “nada”. Vamos pensar no nada: não dá para pensar no nada, pois ao pensar no nada já estamos pensando em pensar no nada.

O silêncio não é o nada, o silêncio seria apenas um comportamento humano, o de ficar quieto, o de ficar em um ambiente sem som nenhum ao redor.

Mas então que som do silêncio é esse?

O som do silêncio é o som do medo, dos desejos, algo talvez impossível de ser falado. Esses medos e desejos, que no silêncio, transformam-se em vozes, que em bom tom indicam os caminhos da vida, sem o tal silêncio!